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domingo, 30 de agosto de 2015

A Bíblia, o canto de oração, o essencial e as férias na praia

Durante as férias de verão gostamos muito de acampar na Costa Alentejana e este ano não foi excepção. O contato com a natureza e com o mar são os cenários perfeitos para nos divertirmos a valer! Acampar durante as férias para a nossa família é também um ótimo exercício para aprendermos a simplificar cada ano à medida que as crianças vão crescendo e percebermos apenas o que é essencial levar num carro com três crianças, lençóis, mantas, panelas, tenda, roupas, etc. Levamos mesmo o essencial e é tão bom! 

Ir de férias para mim é sempre uma meditação muito profunda em que penso: " Não me posso afastar ao longo da minha vida de trazer o essencial para ser feliz e para cumprir o que o Senhor quer de mim!" O que é essencial para mim levar nesta vida que eu não me posso esquecer? Na verdade a passagem nesta terra é curta, é como se estivéssemos de férias, pois o nosso destino é o céu. Bom, para mim o essencial é ter o meu coração sempre voltado para o Senhor, nas minhas tarefas de casa, quando estou com os amigos e famílias e em todas as circunstâncias tento ter o meu pensamento, coração e todo o meu ser voltado para o Senhor. Estar grata por tudo e suplicando sempre ao Senhor graças sobre a terra, sobre os nossos amigos, sobre as famílias...Não tenho medo de pedir ao Senhor. Peço insistentemente. Peço com fé a graça de que eu retorne a Ele com os meus talentos duplicados e Ele me possa dizer : " Foste uma serva boa e fiel naquilo que te confiei." Luto todos os dias para que o pouco que o Senhor me vá confiando não fique enterrado com medo de me ser levado. Não é fácil, mas este é o meu essencial. Se o Senhor é o nosso essencial, aquilo que  não nos pode faltar, então se faz luz na nossa vida e percebemos todas as coisas que são supérfluas,  percebemos onde andamos a desperdiçar a nossa energia, percebemos as coisas que nos impedem de ser felizes.

Há sempre festa quando vamos sair...


Ao chegarmos todos querem ajudar a montar a tenda e arranjar a sua caminha...



-" Mamã, onde está o saco dos brinquedos?" perguntou a Clarinha ainda na viagem para acamparmos.
-" Ups...desculpa Clarinha"- eu costumo sempre levar uns brinquedos pelo menos no carro para a Sofia se entreter na viagem, mas desta vez o carro estava mesmo cheio e eu nem me lembrei-  "...a Mamã nem se lembrou, mas não faz mal quando chegarmos há muitas brincadeiras para fazer na praia com o balde e as pás! Aí, atrás de ti está o livro da Bíblia, podes vê-lo na viagem!"
-" Mamã, não trouxeste outro livro além da Bíblia ilustrada?"- perguntou o Gabriel, a olhar para a Clarinha.
-" Não, Gabriel. Vão ser umas férias em grande!"- sorri- " Que grande oportunidade de ler as histórias todas, não achas?"- Ele sorriu.

De fato, em qualquer momento parado em que estávamos na tenda iam buscar o livro e liam uma história e à noite o Gabriel lia para a Clarinha com a lanterna.



É claro que não faltou o nosso cantinho de oração, o lugar central da tenda onde rezávamos...



Na praia a diversão foi muita...




E no mar haviam algumas ondas. Conseguem encontrar as diferenças?




Bom, os dias foram uma bênção! Obrigada, Senhor por estes dias de repouso para o corpo e para a alma. Ajuda-nos a melhor Te servir e amar! Ámen.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A Festa de aniversário do Gabriel, a Aldeia e as Aldeias de Caná

Todos os anos na nossa Aldeia, no primeiro sábado de  Agosto, todas as pessoas se juntam num dia em cheio! Um dia inteiro de convívio com aqueles que emigraram para outros países e lá formaram família e tiveram filhos, com aqueles que foram viver para as grandes cidades e ainda a conversa animada dos poucos que ainda habitam cá. Muitos trazem familiares e amigos e as mesas se enchem de alegria, crianças e de muita conversa. Este dia é especial, é chamado o "dia da sardinhada". Há sempre uma equipa que trabalha com dedicação: panelas gigantes de batatas cozidas, bacias enormes de tomate cortadinho com cebola e as famosas sardinhas bem gordinhas e fresquinhas que os homens assam lá fora na brasa. A comida é disponível para todos, de coração aberto, não há reservas, nunca ninguém sabe ou certo quantas pessoas aparecem  mas há sempre comida para mais alguém. Há tarde, há febras na brasa e muita conversa. Este dia começa sempre bem cedo, ao meio dia temos sempre a celebração da Eucaristia geralmente com os sacerdotes das nossas terras, que muitas vezes estão longe em missão, e que em Agosto passam ali uns dias de descanso com alguns familiares. 

É um dia especial de união, de retorno às origens, algumas pessoas só as vemos neste dia... 









Esta experiência de vivermos numa Aldeia é muito enriquecedora, há tantos exemplos simples  que me fazem viver de perto o amor de Deus. De quando em quando, há sempre uma vizinha que nos liga para nos oferecer rama de videira para as cabras comerem, muitas vezes oferecem-nos muitos ovos, há sempre um gesto de carinho e amizade... 

Todos os anos é neste clima de união que fazemos sempre a festa de aniversário do Gabriel. Além dos amiguinhos da escola todas as crianças presentes são bem-vinda à festa.



Eu sou uma apaixonada pelas experiências simples de doação da Aldeia, não admira que me sinta tão entusiasmada pelas Aldeias de Caná. Nem todos temos a possibilidade de viver de perto numa Aldeia, mas através do projeto de Deus das Aldeias de Caná, o espírito de intimidade com Deus e partilha entre famílias pode ser uma realidade para todas as paróquias. Como tão bem afirmou o nosso amigo João Miranda, pai de uma belíssima Família de Caná, enquanto conversávamos : " Não era pedir muito se cada paróquia fosse uma Aldeia de Caná!" As Aldeias de Caná são uma das respostas de Deus nos dias de hoje para reerguer paróquias, onde pequenos núcleos sólidos de famílias se animam na fé, caminham juntos e contagiam outras famílias com gestos simples dando o testemunho vivo da presença do Senhor onde quer que estão. As Aldeias de Caná são também ótimas oportunidades de caminhar ao lado dos nossos sacerdotes, reconhecendo a benção dos sacramentos na nossa vida, crescendo na fé com os seus ensinamentos e um constante desafio para estarmos sensíveis às suas necessidades pessoais e da paróquia e apoiá-las.

Muitas famílias pensam que vão perder tempo ao se unirem nas Aldeias de Caná, que é dispensável estarem com outras famílias para serem felizes e encontrarem o Senhor.Respeito todas as opiniões e de fato, existem muitas formas de servir, mas uma coisa é certa : nenhuma família se salva sozinha, na sua casinha com a sua fé. Não é por acaso que vivemos a nossa fé em comunidade, que as famílias se juntam ao domingo para viver e celebrar a Eucaristia Dominical. Se não fosse preciso nos unirmos cada família ficava em casa no Domingo e rezava sozinha. Se não fosse preciso nos unirmos, falávamos diretamente com Deus e não precisávamos de nos deslocar à Igreja para receber pelas mãos do sacerdote o perdão de Deus. Se não fosse preciso nos unirmos não precisávamos das mãos do sacerdote para que Jesus descesse em corpo e alma numa partícula de farinha e água, servindo-nos de verdadeiro alimento. Sim, é verdade! Precisamos uns dos outros e o nosso coração deve abrir-se ao serviço e à partilha. Não nos unimos porque temos talentos ou bens para dar, mas sim unimo-nos porque queremos entregar a nossa vida ao Senhor e é Ele próprio que nos encherá do seu espírito e nos mostrará como servir, nos encherá de dons. As famílias que se disponibilizam para estarem juntas descobrem na prática uma alegria que não conheciam, a solução de alguns dos seus problemas e a felicidade nos rostos dos seus filhos!

Em todo o esforço que realizamos para unir famílias os primeiros a ganhar são os nossos filhos que ganham amigos novos para a brincadeira, amigos que ficam nos seus corações para sempre e que até rezam juntos e vão juntos à Missa! Tantas graças, tantas bençãos....

Parabéns, Gabriel! Estás cada vez mais crescido, mais cheio da presença de Deus... Durante este último ano, ganhaste muitos amigos novos para brincar e também para rezar. Talvez no futuro sejam esses amigos com quem falarás de Deus e sairás em missão transformando o mundo!... 


sábado, 25 de julho de 2015

Com os olhos a brilhar...

O normal para os meus filhos é verem tratores a passar na estrada, brincarem na terra ou na horta, construírem brinquedos, fazerem caminhadas nos pinheiros. Apesar disso, fico sempre maravilhada  com o entusiasmo e excitação com que brincam, como se realizassem sempre tudo pela primeira vez. A capacidade de verem em tudo coisas novas, quase diria de "nascerem de novo" cada dia e de reinventarem brincadeiras é algo que eu também tenho de pôr em prática nos meus desafios do dia-a-dia que muitas vezes se repetem.






Os olhos do Gabriel e da Clarinha brilharam, quando viram ao longe o comboio e muitos autocarros a passar na estrada movimentada da capital. 

-" Mamã, podemos andar de comboio...por favor!" pediam os dois enquanto olhavam pelo vidro da janela.

Eu que sou lisboeta ( apesar de o meu coração sempre pertencer à Aldeia), vivi até me casar na capital e andei de todos os meios de transporte diariamente, diverti-me imenso a andar de comboio e de autocarro nas ruas movimentadas da cidade com três crianças que não paravam de falar e a observar tudo...


Ri para mim mesma, ao pensar que a mesma reação têm as crianças que nos vêm visitar da cidade, quando observam as cabritas, os tratores ou vão connosco brincar na ribeira...

Ficar com os olhos a brilhar, com o coração cheio de entusiasmo e alegria é tão bom e abre-nos a alma para escutar o que o Senhor nos tem a dizer.

No meu coração ia meditando... 

Quantas crianças são privadas de ficar com os olhos a brilhar e com o coração cheio de entusiasmo com a presença do Senhor? 
 Quantas crianças ainda não descobriram o que é rezar em família? Quantas crianças ainda não tiveram a oportunidade de ficar com os olhos a brilhar simplesmente porque iriam participar num encontro de famílias com outras crianças? 
Se damos oportunidade aos nossos filhos de ter experiências novas que não fazem parte do seu dia-a-dia e que são enriquecedoras porque não lhe damos o presente de estarem com outras crianças a louvar o Senhor?

Venham... Um dia também os vossos filhos chamarão outras crianças e juntos ofereceremos muitos corações ao Senhor!

 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

O poder da oração

Lembro-me, como se fosse hoje, da sensação de achar que não era atendida nas minhas orações no tempo de faculdade. Lembro-me da sensação de achar que caminhava sozinha. Na verdade eu sentia-me confusa, queria avançar no curso, mas não conseguia. Porque parecia que todos à minha volta estavam a conseguir alcançar os seus objetivos e eu não? Porque parecia que tudo dava errado comigo?

 Hoje o Senhor já me tem dado muitas respostas e com certeza outras ainda virão no futuro. Hoje eu quero confiar verdadeiramente que o Senhor está sempre ao meu lado e cuida de mim e que sempre me conduzirá ao caminho que me levará a ser feliz. Muitas vezes, as Suas respostas não são na altura, nem da forma que eu desejaria. Muitas vezes Ele deixa-me sem uma resposta aparente e observa-me à espera do meu gesto de amor mais puro e confiante... e depois disso Ele vem. Ele sempre vem, sempre. É este o meu ato de maior confiança no Senhor, eu creio que Ele sempre virá, mesmo que por vezes pareça tardar na minha vida.

Eu acredito muito no poder da oração. Não da oração decorada e verbalizada de qualquer forma, mas daquela oração feita com fervor, feita com o coração, feita com a certeza que só o Senhor nos poderá valer e socorrer. Muitas vezes a minha oração também é morna e rotineira principalmente quando estou muito cansada. Sempre que me apercebo disso tento que o meu coração se inflame de amor.
Uma oração é como um balão de ar quente, precisa de uma chama acesa para se poder elevar e chegar ao céu.

Na semana passada estivemos fora de casa. Ao chegar à hora da nossa oração familiar já tínhamos escolhido o nosso cantinho de oração. O local perfeito para louvar e agradecer ao Senhor durante aqueles dias.


Depois de todos agradecerem pelo dia, é a vez da Sofia agradecer. Esta é a sua forma de agradecer. Que feliz deve ficar o Senhor com o beijinho da Sofia!


A Clarinha quando olhou para o nosso cantinho de oração, ficou a olhar para Jesus e depois foi a correr para o jardim. Voltou cheia de florinhas e alguns raminhos de alfazema que colocou para perfumar os pés de Jesus.


Enquanto a observava, fiquei encantada com a delicadeza do seu trabalho.






Num dos dias da semana, depois do almoço, o Gabriel e a Clarinha estavam a brincar no jardim e eu chamei-os:

- "Gabriel, Clarinha, venham cá!"
-" O que foi mamã?" - responderam em simultâneo ao verem fraldas de pano sujas no chão.
-" A Sofia não pára de vomitar. Já vomitou 5 vezes seguidas..."
-" Liga ao papá!"- disse o Gabriel.
-" Espera... primeiro vamos juntos pedir a Jesus que ajude a Sofia a ficar boa.." Fomos os quatro para o cantinho de oração e de joelhos pedi que cada um falasse em voz alta a Jesus pedindo pela saúde da Sofia. Assim foi e cada um voltou para a brincadeira. Pequei na  Sofia e levei-a para o jardim para apanhar ar. Lá, ela teve 2 vómitos insignificantes e depois adormeceu lá fora. Passado uma hora acordou toda contente e bem disposta. Voltámos a agradecer ao Senhor com o coração cheio de alegria...

Ao chegarmos a nossa casa, tinha uma máquina de roupa para fazer. Ao ligar a máquina, ela não estava a funcionar corretamente. Fiquei um bocado aflita, pois como iria fazer com tanta roupa para lavar? Voltei a chamar o Gabriel e a Clarinha.

-" Preciso da vossa ajuda!" - disse-lhes- " Se rezarmos juntos talvez Jesus ajude a mamã."
-" O que se passa, mamã?"- perguntou o Gabriel.
-" A máquina não está a funcionar...preciso muito que ela trabalhe."
Eles aproximaram-se ao pé de mim e só disseram:
-" Jesus, ajuda a mamã!" Agradeci-lhes a oração. Desliguei a máquina e voltei a ligá-la, daí a pouco tempo  ela começou a funcionar lindamente. Olhei para eles e disse-lhes:

-" Nunca se esqueçam, o que Jesus nos tem ajudado! Quando tiverem uma dificuldade peçam a Ele sempre. Para Ele nada é impossível mas temos que rezar e pedir... com fé!"


sábado, 30 de agosto de 2014

Férias, canto de oração e uma casa sem telhas

Enquanto eu preparava as coisas para irmos acampar. Sim! Nas nossas férias gostamos muito de habitar casas sem telhas e sentir o céu bem próximo de nós.... As tendas são ótimas habitações quando o calor aperta e a paisagem de fundo é a praia. Como eu ia dizendo, enquanto eu preparava as coisas para irmos acampar, o Gabriel chegou-se ao pé de mim e perguntou-me:

-" Mãe, posso levar?" Ele trazia uma imagem de Nossa Senhora e muitas outras coisas na mão. Eu respondi-lhe:
- " Gabriel, sabes que só podemos levar aquilo que vamos mesmo precisar. Temos pouco espaço no carro. Mas, para que teres levar tantas velas e tantas imagens?"
- " Mãe, é para o nosso canto de oração na tenda!"
- " Ah,..pois! Canto de oração, claro!..leva antes o menino Jesus do vosso canto de oração, que não se parte..." Eu nem me tinha lembrado desse pormenor. Sabia que iriamos rezar mas não me lembrei que era importante estar bem visível e material na tenda. Fiquei feliz pelo gesto dele. Com carinho, o Gabriel juntou tudo aquilo que achou ser importante levar. Ao chegarmos lá, ajeitou o canto de oração e colocou-o na tenda, bem no centro da entrada. A Clarinha trouxe as pedrinhas de fundo que encontrou na praia...
                                                                                                                                                                              
                                              


Foi muito divertido vê-los a brincar lá dentro...


" Gosto muito de contar histórias à maninha!"




" Oh, Sofia!...outra vez a panela e os copos da cozinha...."




" Sofia, estás quase a gatinhar!..."


A refeição ao ar livre...




Na praia, também tivemos direito a um apartamento com um quarto...ups! ou melhor, com dois quartos, e piscina com água do mar....






quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A oração lá em casa...

Férias, cá em casa, também significa mais tempo para rezarmos juntos. Mais tempo  para dançarmos e cantarmos juntos para Deus. E olhem que para isto acontecer, não precisamos ser profissionais a tocar guitarra ou a cantar, nem tão pouco a dançar. Só precisamos de abrir o nosso coração e dar a oportunidade aos nossos filhos de sentir que Deus está ali ao nosso lado. E se um dia não corre tão bem, porque não nos apetece cantar ou porque um dos pequenos não esteve quieto o tempo todo, não há problema, cara alegre. Amanhã, é outro dia para recomeçar tudo de novo, para viver a oração em família e levar os nossos filhos a sentir a presença amorosa e divertida de Deus através dos nossos gestos. Esta é a atitude de quem está a caminho! Olhar sempre com esperança o dia de amanhã, pois na verdade, quem nos sustenta é Deus e ele tudo sabe e pode...

Nestas férias escolhemos dar mais tempo à nossa oração familiar. Reunimo-nos no nosso canto de oração pela manhã e ao final do dia. Vale bem a pena dar a nossa melhor parte do dia a Deus! Aqui está ele,




É claro, que os mais pequenos queriam levar os bebés, os carros e as invenções todas para a oração, celebrar missas, dar a comunhão, ler a bíblia,  etc... e era uma grande confusão....
então construíram ( com a minha ajuda, é claro!) por baixo do nosso canto de oração, o deles. Muitas vezes, a Clarinha chama o Gabriel e diz que vai haver missa ou então reune todas as bonecas, "lê" a Bíblia e "dá-lhes a comunhão". Antes de ontem, encontrei a Clarinha a tentar ensinar à Sofia a Avé- Maria... coisas tão engraçadas acontecem ali...  


A oração familiar  deve estar revestida da presença amorosa da Sagrada Família, Jesus no centro, os nossos corações voltados para Ele...



Mas,  não basta dizer, é preciso que as crianças sintam que Jesus está verdadeiramente ali junto de nós. E se Jesus está ali junto de nós, temos mesmo de sentir alegria em estar a rezar.

Toca a saltar para o tapete!
Primeiro, cantamos e dançamos para Jesus. A Sofia de terço na mão, está ou não está a sentir a presença de Jesus ao ver-nos? 



Afinal, não é Jesus que está ali junto de nós? Quem pode resistir ao seu Amor?

Não vale a pena querer silêncio absoluto ou cara séria. É preciso expressar esse Amor.

Depois, ajoelhamo-nos ou sentamo-nos e agradecemos o que aconteceu durante o dia. Cada um agradece individualmente em voz alta. Depois, geralmente rezamos três Avé-Marias, Glória, a Consagração a Nossa Senhora, o anjo da guarda e a Invocação a Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná. No fim, a Clarinha vai ao seu canto de Oração e abençoa-nos a todos com àgua benta. No fim, mais cânticos...e terminamos com o coração cheio...