terça-feira, 21 de abril de 2015

Enquanto caminho pelos campos...


Lembram-se da oferta da Clarinha no canto de oração?

Pois bem, este ano a nossa horta, perto do estendal da roupa, está cheia de florinhas azuis da planta da borragem... 
Ora vejam:



Ao contemplar tal beleza da natureza é impossível não pensar em Deus... 
O  azul celeste de cada flor onde as abelhas delicadamente poisam, é o cenário perfeito de contemplação para mim...


Na verdade, quem diz que vê a Deus e O ama e não O reconhece no rosto do irmão ou na beleza da criação é sinal que alguma coisa está errada.
Tudo o que Deus criou espelha o Seu amor e a Sua grandiosidade.

Eu não sei como sentem e cultivam a intimidade com Deus.  Para mim, depois de estar em silêncio diante do Santíssimo e de O receber na Santa Eucaristia, sinto muita necessidade de me refugiar na natureza. Na verdade, a palavra certa não é " refugiar" mas sim, tenho necessidade de beber da natureza todo o espírito e força de Deus...
Pelo louvor, contemplação e observação da natureza consigo sentir a presença de Deus que caminha comigo lado a lado. Afinal, não foi por acaso que Deus colocou o primeiro homem e mulher num paraíso, rodeado de toda a criação. Acredito que, lá no fundo, todo o ser humano foi feito para estar intimamente ligado à natureza e comunicar com ela.

Infelizmente, o mundo nos tem desviado de coisas tão simples, mas que nos fazem tão bem ao corpo e à alma: colher e comer diretamente fruta das árvores, subir às árvores, caminhar pelo campo, observar as flores e louvar a Deus por tanta beleza, caminhar descalço na erva... São tantas as coisas que as nossas crianças e famílias têm sido privadas, mas acredito que podemos ainda mudar muito este cenário. Temos de voltar a fazer coisas simples se queremos voltar a sentir a grandiosidade e força de Deus!  

Sempre que posso e com o tempo bom,  cultivo este espaço de intimidade com Deus: escuto os Seus passos ao meu lado, enquanto caminho pelos campos.

Ao longe, o som dos pinheiros a dançar com o vento e o cheiro das flores e do mato. As flores de Esteva, são lencinhos brancos a bailar ao sol louvando a Deus...



Cada flor de Esteva carrega em si, cinco marcas vermelhas à volta do centro. Na nossa terra, as pessoas dizem que são as cinco chagas de Cristo. Eu acredito que sim, pois toda a Natureza carrega em si a força e a mensagem de Deus. Toda a obra da criação nos chama à mudança e a colocar os olhos no criador e a meditar no seu Amor.


Toda a natureza nos chama à simplicidade e ao abandono nas mãos de Deus para tudo...


Sim, eu quero caminhar abandonada e totalmente entregue nas Tuas mãos, Senhor!


quinta-feira, 16 de abril de 2015

Brincar, trabalhar e ... rezar

Confesso que há dias mais cansativos em que a roupa se acumula e os brinquedos se misturam numa grande festa cá em casa e a Sofia só quer colo porque está doentinha... 
Mas Deus está em toda a parte, não é verdade? 
Sim, eu acredito que Ele está também no meio das minhas dificuldades e mesmo no meio do meu monte de roupa... Ontem, falei com Ele e disse-lhe: " Eu quero que Tu descanses em mim. Quero ser templo para Tu morares. Mas como podes morar em mim se eu me inquieto com tanta coisa?" Então, eu comecei a organizar a roupa e consegui terminar...

Será que Deus só nos escuta quando estamos quietinhos a rezar ou com tempo para nos ajoelharmos? Eu creio que não. 
Ele não separa os momentos do nosso dia por partes: agora brincas, agora trabalhas e ...agora rezas. Não, Ele olha para tudo como uma única oração. Será que as nossas obras ao longo do dia são feitas por amor e com amor? As nossas obras são também orações. Não importa o tamanho da nossa obra, se não for feita com amor não valerá nada aos olhos de Deus...

Lembram-se da cruz do canto de oração lá fora?


Pois bem, há uns dias encontrei-a assim:


-" Gabriel!"- Chamei-o- "Esta não é a cruz do canto de oração lá fora?"
-" Sim, mamã! Agora é um papagaio! não ficou bonito?"
-" Sim, está muito bonito, mas... " Ele pegou num resto de tecido e costurou à maneira dele, fiquei espantada. As crianças estão mais aberta à mudança e à voz do Senhor. Lá fora o Gabriel e a Clarinha, divertiram-se tentando que ele voasse...

No meu coração pensava... A mesma cruz que fixa ao solo era meditada e fazia companhia na Quaresma agora voava. 

Não será isto também uma forma de rezar?

- "A mamã precisa de ajuda. Não querem buscar um pano para limparem os vidros?"
-" Não tenho muita vontade, mamã..." respondeu o Gabriel.
-" Vá lá Gabriel, assim  a mãe também tem tempo para brincar convosco. Temos que nos ajudar..."
-" Ok, mamã. Podes pôr o limpa-vidros..."
Enquanto limpavam, a Sofia brincava...

Não será isto também uma forma de rezar?


-" Eu vou-te ajudar com a loiça!" disse-me a Clarinha entusiasmada.
-" Está bem, mas cuidado com os pratos e os copos!"

Não será isto também uma forma de rezar?


E as brincadeiras?...




 ...e surpresas no canto de oração?


Se vivido com amor e alegria, será que Deus não olhará para tudo isto também como uma forma de rezar?



terça-feira, 14 de abril de 2015

Os sacramentais no seio da família

Quando temos um problema de que nível for, pequeno ou grande, nunca devíamos desanimar ou baixar a cabeça. Deus tem sempre remédio para tudo. Onde está a nossa fé? Pode não ser na altura ou da forma que queremos mas a nossa fé devia aumentar e dilatar o nosso coração nos momentos difíceis e termos a paz de saber que Deus está do nosso lado...
A Igreja dá-nos  os sacramentais que são instrumentos materiais para o alívio das nossas enfermidades e conferem proteção espiritual. Na nossa casa são elementos presentes e utilizados por todos no nosso canto de oração.

Diz o Catecismo da Igreja Católica (§1670-1667):
«Os Sacramentais (...) oferecem aos fiéis bem dispostos a possibilidade de santificarem quase todos os acontecimentos da vida por meio da Graça divina que deriva do Mistério Pascal da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. (...) A Santa Mãe Igreja instituiu também os sacramentais. Estes são sinais sagrados por meio dos quais, imitando de algum modo os sacramentos, se significam e se obtêm, pela oração da Igreja, efeitos principalmente de ordem espiritual. Por meio deles, dispõem-se os homens para a recepção do principal efeito dos sacramentos e são santificadas as várias circunstâncias da vida.»1(II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, 60: AAS 56 (1964) 116: cf. CIC can. 1166; CCEO can. 867)

Aqui, falei-vos que no nosso canto de oração temos sempre três elementos: Sal exorcizado, água benta e azeite abençoado.Temos muitas histórias em família de graças obtidas. É uma pena que os católicos pouco conheçam, usem ou que seja divulgado na própria Igreja pelos Sacerdotes. Hoje em dia, todos recorremos logo em primeiro lugar à farmácia dos homens e nos esquecemos daquilo que a Santa Igreja nos deixa.



Numa noite passada a Clarinha estava sempre a acordar durante a noite e chorava porque lhe doía uma perna, dizia ela. Depois de três vezes acordar, falar com ela e adormecer, disse-lhe:

"- A mamã vai falar com Jesus e vai trazer azeite abençoado e sal exorcizado. Vais ver que vais conseguir dormir!". Ela a chorar acenou com a cabeça. Levei os dois frascos perto da cama, molhei o dedo no azeite e adicionei o sal e rezei, depois esfreguei na perna. Ela imediatamente adormeceu e acordou de manhã muito bem disposta.

"- Clarinha, dormiste bem? Já não te doi a perna?" perguntei
"- Não, mamã!" sorriu.
"- Vai então agradecer a Jesus, pois foi ele..." disse-lhe. Ela ajoelhou-se no canto de oração e disse:
" -Obrigada, Jesus!"

Num outro dia, o Gabriel antes de dormir:

"-Mamã, podes ir buscar o azeite abençoado para eu ter sonhos bons?"
"-?!"
"- Sim, sempre que me fazes o sinal da cruz com o azeite abençoado tenho sonhos tão lindos..."

Há muitas histórias e até coisas divertidas acontecem,  eles adoram comer uma pedrinha de sal exorcizado do canto de oração sem que eu veja, e vão brincar.... :-)

Saibam as nossas famílias encontrar na Igreja através dos sacramentais instrumentos de alívio e resposta para as suas inquietações e problemas...

domingo, 12 de abril de 2015

Festa da Misericórdia e a festa da primeira Comunhão do Gabriel

Hoje o dia foi de festa a dobrar: a festa da Divina Misericórdia e a festa da primeira comunhão do Gabriel.

A primeira vez que levei o Gabriel pela mão para ele receber o sacramento da reconciliação tinha ele 7 anos e foi num Domingo da Misericórdia e hoje num Domingo da Misericórdia ele recebeu a sua primeira Comunhão! 

Já há muito tempo que vos queria falar da Misericórdia de Deus... O amor de Deus não cabe na nossa compreensão humana limitada, ele não cabe na nossa mente mas ele quer preencher todo o nosso coração, rompendo em nós o medo pelo castigo das nossas faltas, pela falta de confiança que é Ele que tudo conduz, pela nossa falta de fé. O Senhor quer alcançar a todos e dá-nos sempre mais do que aquilo que merecemos pelos nossos atos ou sentimentos, está disposto sempre a apagar as nossas faltas e a estabelecer uma aliança connosco, mesmo que muitas vezes o neguemos. O Senhor ensina-nos a dar, perdoar e a amar o próximo sempre um pouquinho mais do que essa pessoa mereça.

Há um tempo atrás, sempre que me confessava ficava com um sentimento de não ser digna de receber Jesus e muitas vezes lembrava-me de coisas passadas que me deixavam envergonhada, apesar de já as ter confessado. Às vezes caminhava de cabeça baixa, sempre que caia nos mesmos erros e desanimava... aí, apercebi-me que o meu pecado verdadeiro não era o meu passado ou as minhas quedas mas sim, a minha falta de confiança no perdão de Deus. Estava muito concentrada nas minhas forças e não contava com a força de Deus...
Sempre que algum sentimento me perturba ou eu digo: "Não sou capaz de fazer isto"... "Não aguento mais" é porque eu não entrego a situação nas mãos de Deus e conto só com a minha força humana. Estou a aprender a ser conduzida e a viver a certeza que tudo o que eu faço, é Ele que faz comigo...  Viver na confiança e de cabeça erguida que sou amada por Deus incondicionalmente e perdoada das minhas faltas é uma grande graça que unida à graça de me perdoar a mim própria, me leva para o colo de Jesus para sempre...


Jesus eu confio em vós!





“Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. (...). Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate” 
Diário de Santa Faustina Kowalska

O Gabriel estava nervoso para receber a sua primeira comunhão, mas muito feliz. Ao lado dos seus colegas de catequese, com as folhas na mão, falou para toda a comunidade neste dia especial...



O Serge e eu ( com a Sofia a dormir no colo) expressámos a nossa alegria no início da Celebração representando todos os pais.




No momento do ofertório...



No momento do pai-nosso, os meninos com os pais e catequista...




Momentos antes da sua primeira comunhão, ao nosso lado...





Depois da Celebração, tivemos a alegria de receber em nossa casa e continuar a festa com os pais do Serge: " o Bonpapa e a Bonnemama" ( são os avós em francês) Que alegria estarmos juntos!

Às três horas da tarde, a hora da Misericórdia,  de joelhos, reunidos no  nosso canto de oração e em família rezámos o terço da misericórdia, fixando os nossos olhos na imagem de Jesus misericordioso. 

Peço a graça para que Jesus misericordioso entre nos vossos lares hoje e abra os corações das vossas famílias  e as renove... Que assim seja! 

sábado, 11 de abril de 2015

O braço de Jesus...

Este ano o grupo de jovens  foi convidado a participar diretamente nas celebrações do Tríudo Pascal na nossa paróquia. Foi uma grande graça para todos nós, eu também estava entre os 12 discípulos. Quinta-feira Santa, após o lava pés, fizemos votos diante de toda a comunidade: o compromisso de também nós "lavarmos" os pés a quem mais precisasse. Ao lado do altar, as cadeiras estavam dispostas em arco, cada um de nós participou e auxiliou em todos os momentos da celebração: desde a liturgia, oração dos fieis à comunhão.
A Sofia estava sempre muito atenta no meu colo e a Clarinha não ficava muito tempo sentada ao meu lado, ela queria era ir para o altar.

Na Sexta-feira Santa, na adoração à Santa Cruz,  como de costume, combinámos com o padre uma hora antes para ensaiarmos. Eu estava sozinha com a Sofia e a Clarinha. 

Mal entramos na Igreja, como costume, a Clarinha diz-me:
-" Mamã já volto". Não gosto nada que ela faça isso, mesmo dentro da Igreja. Mas, nem preciso perguntar, pois eu já sei o que ela vai fazer a seguir...

Afasta-se sem olhar para trás e espreita rápido de longe para mim quando chega ao pé da grande Cruz do Altar. Escondida entre o Altar e a parede, ajoelha-se e fica ali uns longos segundos depois volta a saltitar para junto de mim. Quem a vê pensa que eu lhe digo para ir rezar mas não, ela faz de livre vontade.

Nunca me vou esquecer que neste encontro tive um susto com ela. Antes da celebração da Santa Missa a Clarinha andava a brincar lá fora com o mano e uma amigas. Ao chegar a altura da missa, todos entraram para a Igreja e nessa altura não sabíamos da Clarinha. Ao olhar para o coro que fica por cima dos bancos, lá vimos a Clarinha de joelhos  a rezar toda contente e depois ao descer as escadas veio ter connosco e disse-nos que ia lá para a frente do altar. 

O que vos quero contar hoje, aconteceu na adoração à Santa Cruz, na Sexta-feira Santa. Como vos disse, o grupo de jovens estava sentado ao lado do altar, eu estava com a Sofia ao colo e a Clarinha ao meu lado. Quem a conhece sabe que ela quer ser acólita. Ela estava mesmo perto do altar ao pé de mim. Observava em tudo o Padre Paco na celebração, os seus gestos, a Bíblia... observava tão concentradamente que acompanhava o padre para todo o lado... Ele quando se apercebeu do seu interesse e sorriso, olhou para ela e num gesto estendeu-lhe o braço e ela aproximou-se. Como ela ficou feliz e tão quietinha ao seu lado. Na altura da comunhão, voltou a acenar-lhe a mão e ela sentou-se na cadeira ao seu lado. Como ela estava feliz! Ela sentiu-se acolhida e bem pertinho do colo de  Jesus...

Ao observar tudo isto, fiquei a meditar no coração de Deus. Ele está sempre atento aos nossos gestos, por mínimos que sejam em Sua direção. Também Ele nos estende o braço para nos aproximarmos e recebermos toda a força, ânimo, alegria para continuarmos o nosso caminho. Cabe-nos a nós o primeiro passo de O buscarmos concentradamente e persistentemente até alcançarmos o Seu braço.

Saibam os sacerdotes, ser a presença viva, acolhedora de Jesus no mundo!

(Esta foto foi num encontro em Fátima)

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Venham crianças! Venham receber o abraço de Jesus!

Todos nós sabemos que, infelizmente, o número de nascimentos no nosso país cada vez é menor. Isto implica, famílias cada vez mais reduzidas, menos crianças e na nossa Igreja além da falta de crianças temos muita falta de famílias que participam juntas na sua Paróquia. Faltam crianças na catequese, crianças na missa, crianças que falem de Jesus aos outros, crianças que rezem, crianças que vivem os sacramentos com alegria...  
Em tom de brincadeira, quando estava grávida da Sofia, e me diziam dentro da Igreja:
- " Mais um?" Eu respondia a sorrir:
- " Eu quero encher o banco da frente, pois faltam crianças que rezem e venham à missa!"

Todos nós, que temos crianças pequenas, sabemos da dificuldade que é de estarmos concentrados com elas sempre a mexer ou a querer falar... Sim, não é tarefa fácil, no início, mais é recompensador com o tempo, à medida que crescem observarmos que elas ganham amor e até estão atentas!
Muitos me dizem:
- " Ela ou ele ainda é muito pequeno e faz muito barulho na missa... quando crescer vem comigo!"
Quando crescer, se ainda não tiver sentido o amor de Deus, o mais certo é ir contrariada e na primeira oportunidade fugirá para não voltar. Em família, desde pequeninos, os nossos filhos descobrem o mundo e cabe-nos a nós pais, sermos o rosto de Deus e mostrarmos os seus caminhos...

Raras são as vezes em que não participamos juntos na missa, são excepções e não a regra. Esforçamo-nos por estarmos juntos. Muitas vezes, não é fácil: a Clarinha é a mais distraída, muitas vezes quer falar ou brincar com a Sofia, saltar e dançar e põe as pessoas a olhar para nós...
No entanto é a que mais fala de Jesus e quer servi-lo e se lhe perguntarem o que o Sr. padre falou até sabe responder.

Temos que os ajudar a fazer silêncio, mas não estarem presentes é um grande erro... eles perdem muito, eles perdem a graça e a benção da presença do Senhor!

E sabem porque é que nós ficamos tão incomodados com o comportamento dos nossos filhos na missa? Porque faltam crianças na missa! Se cada família trouxesse as suas crianças ninguém se importaria nem olharia para trás se ouvisse um choro! As crianças são uma benção na missa, são a concretização da palavra de Deus numa paróquia! 

Venham crianças! Venham receber o abraço de Jesus!


Querido Jesus, eu te peço nesta hora a graça nos corações dos sacerdotes das nossas paróquias! Que eles saibam acolher, falar e sorrir para as crianças e fazê-las sentir em casa, nas nossas Igrejas. Amén! 

terça-feira, 7 de abril de 2015

A nossa festa de São Bento

Todos os anos a festa da Páscoa é sempre a dobrar. Na terça-feira depois do domingo de Páscoa celebramos a festa da nossa aldeia em honra a São Bento, sempre com direito a procissão e muita gente que vem cumprir promessas.

São Bento intercede por nós a Jesus e por todas as famílias de Caná! Ajuda-nos a desejar sempre a santidade e a nunca desistirmos da nossa caminhada...